ASSOCIAÇÃO DE OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ-AOUVIR/CE

Blog destinado à todos aqueles que amam o rádio. - Discutir e questionar o Rádio é o dever do Ouvinte……

27 27UTC outubro 27UTC 2007

programas de torcidas é demais….

PROGRAMAS DE TORCIDAS

     Povoam no rádio cearense de hoje os programas destinados a torcidas de clubes, até aí nada de mal , pois o cidadão tem direito de se expressar e professar sua preferência clubísta. Mas o problema maior são os exageros promovidos pelos locutores – torcedores que se arvoram no direito de discutir esquema tático, pedir queda dos treinadores e se auto – intitularem porta – vozes dos torcedores de futebol. Outro problema é o espetáculo de palavrões e desrespeito aos torcedores dos outros clubes que são agredidos por um único crime: torcer um time diferente.
      Nestes programas predominam linguagem chula e às vezes subserviência a alguns dirigentes que patrocinam os programas e, portanto tem direito a dizer o que querem sem se importar com quem está do outro lado do dial. Acreditamos que muitos destes locutores – torcedores não fazem isso por mal , pois a preferência clubística suplanta o dever ético de ser locutor de rádio e, portanto, está falando para milhões de pessoas que não merecem ouvir o que ouvem no momento da emissão radiofônica.
      È necessário que os órgãos que fiscalizam as comunicações sejam atuantes nestes tipos de programas que podem conduzir aos conflitos entre torcidas que todos já repudiam e quem tem trazido transtornos aos verdadeiros torcedores que estão infelizmente se afastando dos estádios.

criado por francisco.djacyr    7:51 — Arquivado em: Sem categoria

É DEMAIS

Primeiro foi a máfia dos sanguessugas que negociava o sangue humano agora surgiu um grupo de inescrupulosos que falsificam o leite, alimento básico da população com solda cáustica sem se preocupar com os resultados desta ação para com os consumidores do produto.

Este tipo de atitude nos leva a refletir até onde vai a maldade humana e o interesse em ganhar dinheiro a todo custo, precisamos mudar esta sociedade baseada unica e exclusivamente no lucro fácil e na riqueza. Não é por aí….

criado por francisco.djacyr    7:38 — Arquivado em: Sem categoria

23 23UTC outubro 23UTC 2007

para ler e refletir

ARTIGO
O rádio, a cidade e o ouvinte
Francisco Djacyr

Os meios de comunicação, entre eles, o rádio, precisam ter a cara do povo

23/10/2007 00:21

A luta por democracia tem sido árdua e muitas vezes marcada pelo sangue de pessoas inocentes e por várias seqüelas tanto morais quanto físicas. Tal luta deve ser perseguida por todos os entes da sociedade que devem marchar firmes e resolutos em busca de mecanismos de participação , opinião crítica e luta por mudanças.

Os meios de comunicação entre eles o rádio precisam ter a cara do povo e devem sair de lugar comum de uma programação que não busca a cultura popular, a cidadania plena e os verdadeiros interesses populares. Será que já se perguntou ao povo que tipo de rádio lhe interessa ou que tipo de emissão radiofônica as pessoas tem direito de ter nos seus lares?

Precisamos com urgência conquistar um processo de cidadania participativa nos meios de comunicação de nossa população, já que o rádio é uma concessão pública e por isso deve atender aos interesses plenos da massa que é muitas vezes agredida com emissão pornofônicas, com distribuição de agressões pessoais, com espetáculos de discriminação e muitas vezes até a concordância com a tortura, com a violência policial e com emissões de efeito meramente atrelado a interesses da classe dominante em detrimento da maioria da população.

No ritmo incessante de mudanças ocorridas nos ambientes de vivência da população o rádio é um elemento a mais na concretização da cidadania e no direito à cidade, pois através do rádio é possível discutir o que é negado aos cidadãos e partir firme a um conjunto de reivindicações rumo a um processo de conquistas sociais necessários a um bom viver no espaço urbano como saúde de qualidade, moradia para todos indistintamente e cobrança veemente da ação do Poder Público em busca da vida melhor para os cidadãos independente de raça, credo e preferência partidária. As cidades a medida que crescem devem satisfazer a todos que ocupam seu espaço e deve ter canais de verificação( como o rádio) das demandas populares para que seu ambiente seja administrado de forma democrática e igualitária

O rádio que temos muitas vezes tem desprezado seu papel na concretização da cidadania e no fortalecimento da democracia do respeito, pois não oportuniza os ouvintes a dizerem o que querem ouvir ou esquece - se de que sua concessão é pública e suas emissões devem buscar os propósitos firmes de uma cidadania plena e concreta. È preciso criar espaços para que os que ouvem rádio questionem as programações que em muitos casos se perdem nos discursos vazios, pornofônicos e agressivos para com os cidadãos Esse tipo de rádio precisa mudar para que a cidadania e a democracia não sejam utopias, mas ações reais de todos e para todos.

FRANCISCO DJACYR SILVA DE SOUZA - PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ

JORNAL O POVO - 23 DE OUTUBRO DE 2007

criado por francisco.djacyr    10:34 — Arquivado em: Sem categoria

PARA LER E REFLETIR

Comunicação e o Poder nas Cidades
Ivonete Maia

23/10/2007

Faz poucos dias, recebi de uma irmã, que mora na Grande São Paulo, jornal editado pela Prefeitura de Diadema. Não poderia ser diferente: seu conteúdo mostra as realizações do gestor, em todas as áreas. Mais do que isso, traz a opinião de pessoas sobre o trabalho e as metas alcançadas, com fotos de donas-de-casa, de jovens, de crianças, de trabalhadores, enfim, a aprovação e o aplauso.

Está certa a Prefeitura ao escolher a forma, a meu ver, mais adequada para se comunicar com os munícipes - o jornal impresso, que incentiva a leitura, a avaliação do que é veiculado, a concordância em relação ao conteúdo e, se for o caso, a contestação. A comunicação se faz, assim, com todas as possibilidades de sucesso, pois atinge seus objetivos e suas finalidades.

Mas não ficou só nisso: com o jornal veio um encarte com toda a programação cultural da cidade, eventos para todos os gostos e todas as idades, cobrindo um longo período. Completava-se o esforço de comunicação, naquele momento, por parte da Prefeitura.

De Diadema para Fortaleza. Vi, recentemente, impresso da Prefeitura, acerca da agenda cultural da cidade. Uma enorme relação de acontecimentos, também para todos os gostos e para todas as idades. Ponto para a gestão.

De Fortaleza para o interior. Recebia, mas não recebo desde algum tempo, o Correio de Russas. Mensal, divulgava ações da Prefeitura, também veiculava matérias reivindicatórias, enfim, poderia ser um instrumento de grande valia para a instauração de um processo de comunicação da comunidade com a gestão pública, impelindo-as ao exercício do direito de saber e do dever de informar.

Perceberá o leitor, a predileção que tenho pela informação impressa. Uma simples razão é invocada e vale repetir: o texto impresso pode ser avaliado, aceito ou contestado. Mas não minimizo as possibilidades do Rádio a serviço da informação, do debate de situações e de idéias, da formação da opinião pública e da capacidade crítica da audiência.

E é por isso mesmo, penso, que tantas emissoras de rádio são concedidas a pessoas e grupos político-partidários, em todos os níveis.

Há dois momentos vivenciados por mim, vindos à memória: numa cidade do interior do Ceará, acho que foi em Icapuí, na primeira gestão do PT. Em espaços do centro da cidade , uma espécie de prestação de contas resumia os valores recebidos e a sua aplicação. Ponto para o gestor. Dava-se ao cidadão a chance de exercer um certo controle sobre assunto relevante. Noutro momento, em Moscou, na década de 70, observei grupos, muitos grupos de pessoas em paradas de ônibus e nas estações do metrô, lendo. Lendo o quê? Os feitos dos seus governantes. Com todas as restrições que possam ser feitas, era também uma forma de comunicação com o povo.

Muitas indagações caberiam neste final. Pelo menos uma, que poderia suscitar algumas conclusões: sem generalizar, por que será que tantos gestores renegam a idéia de dar satisfações à comunidade, de se expor à sua avaliação e ao seu julgamento? Esquisito!

criado por francisco.djacyr    10:32 — Arquivado em: Sem categoria

para ler e refletir

ARTIGO   JORNAL O POVO - 23 DE OUTUBROI DE 2007

ARTIGO
Comunicação democrática
Bráulio Ribeiro

Sem uma comunicação democrática, todas as lutas sociais esbarram na impossibilidade de disputar a opinião da sociedade

23/10/2007 00:21

Há quase 20 anos da promulgação da "Constituição Cidadã", o Brasil ainda enfrenta inúmeros desafios para a consolidação da sua democracia: garantia de direitos fundamentais, participação da população nas decisões políticas, superação da exclusão social, educacional, econômica, etc. A democratização da comunicação, ao mesmo tempo em que pode ser contabilizada entre estes desafios, é também condição indispensável para a efetiva democratização da sociedade.

Sem uma comunicação democrática, todas as lutas sociais - por moradia, reforma agrária, igualdade de gênero, entre tantas outras - esbarram na impossibilidade de disputar a opinião da sociedade sobre esses temas com aqueles que se intitulam "donos" dos meios de comunicação social.

Ao trazer essas questões para o âmbito local, da luta pelo poder nas cidades, ou melhor, da luta por igualdade de condições para exercer esse poder, percebemos que a questão da democratização da comunicação é chave. Podemos, como exemplo, traçar um paralelo com a democracia grega.

O modelo grego baseava-se em 3 fundamentos: a isonomia (igualdade perante as leis), a isocracia (igualdade de participação no poder) e a isagoria (igualdade de acesso à palavra durante as assembléias da pólis). Ou seja, a democracia só estaria completa com o pleno direito à comunicação garantido aos membros da pólis.

Sabemos, todavia, que não era permitido às mulheres e aos escravos participarem daqueles espaços públicos de debate e decisão. Hoje, fenômeno semelhante ocorre. Os excluídos da comunicação - a ágora moderna - são os atores sociais que tensionam e desafiam o status quo, a hegemonia neoliberal.

A reversão deste quadro, no qual a palavra democracia é usada retoricamente por aqueles que dominam os meios de comunicação, usando-os para a massificação dos seus próprios discursos, é um desafio para todos e todas que lutam por um outro modelo de sociedade, uma nova forma de participação política.

Muito embora a regulamentação da comunicação esteja fundamentalmente em âmbito federal, prefeituras e governos estaduais podem - e devem - empenhar-se na construção de políticas públicas que favoreçam a democratização da comunicação e estimulem a diversidade e pluralidade de mídias e de conteúdos. Entre as medidas possíveis estão a criação de conselhos de comunicação social e o estímulo a diferentes formas de comunicação comunitárias, especialmente rádios comunitárias.

Os conselhos seriam espaços de acompanhamento da mídia local, para onde a população poderia encaminhar suas reclamações, denúncias e sugestões sobre o conteúdo dos veículos de comunicação. Também proporiam políticas públicas para a comunicação do município ou do estado.

Já em relação aos meios de comunicação comunitários, estados e municípios podem criar programas de incentivo e fundos públicos para apoiar esses veículos.

Bráulio Ribeiro - Membro do coletivo Intervozes(www.intervozes.org.br)

criado por francisco.djacyr    10:29 — Arquivado em: Sem categoria

21 21UTC outubro 21UTC 2007

PARA LER E REFLETIR

Mártir da Incompetência

A jovem que morreu em Beberibe devido ao desabamento do pátio da Escola é mais uma mártir da incompetência e falta de compromisso de nossos governantes para com as demandas sociais de nosso povo. Quantos não morreram nos imorais transportes escolares que grassam em nosso interior ? Quantas crianças estão à mercê de escolas destruídas e mal construídas? Quantas escolas estão aí prontas para desabar a qualquer momento tomadas pelo cupim e por uma estrutura velha e carcomida pelos tempos?
Essa realidade da Escola pública no nosso país não é nova e mostra que nossos políticos estão preocupados apenas com seus interesses em detrimento das demandas da população que só existe na época do voto ou para ser arrebanhado em meio aos interesses que povoam a vida política. O grande problema é que as denúncias são feitas e as providências não são tomadas por quem de direito.
O que se vê é que não é esta a única escola que tem problemas de estrutura pois não temos governantes à altura da nobreza do nosso povo que sabe das coisas, porém tem seus canais fechados por administrações que privilegiam o capital e interesses de grupos em detrimento das demandas das populações. Será que se os filhos dos políticos, dos governantes e da cúpula social do nosso país estudassem em escolas públicas elas seriam sucateadas e entregues a própria sorte?
FRANCISCO DJACYR SILVA DE SOUZA - PROFESSOR
RUA ANTÔNIO MARTINS, 777 - RODOLFO TEÓFILO

criado por francisco.djacyr    8:49 — Arquivado em: Sem categoria

20 20UTC outubro 20UTC 2007

PARA LER E REFLETIR

Pra falar, basta ter boca. Pra ser jornalista, tem de estudar

Pra ser idiota, imbecil ou puxa-saco, basta afinar e reproduzir o discurso alheio

Luca Vianni * - 25/07/2006

Pra falar basta ter boca. Pra escrever, basta riscar o papel - ou que tal. Pra ser médico/a, advogado/a, engenheiro/a, economista, administrador/a, juiz/a, enfermeiro/a, psicólogo/a, etc, etc, só com diploma. E por aí, vai.

Pra ser idiota, imbecil ou puxa-saco, basta afinar e reproduzir o discurso alheio. Falar com ar de biltre, empáfia de pulha, presunção de calhorda e sentimento de trouxa.

Pra ser jornalista, tem que estudar, fazer curso superior, passar e ter diploma. É preciso ter ética, moral e respeito aos outros. Mostrar que domina o idioma pátrio. Revelar-se íntegro/a e ter humildade e profissionalismo. O mesmo que fazem aqueles que se destacam em suas profissões e por isso são respeitados e aclamados.

Pra ser dono de rádio, jornal, tevê e revista basta ter muito dinheiro, fazer parte de uma das apenas nove famílias brasileiras que dominam os meios de comunicação no país e sair por aí lançando impropérios contra os jornalistas e suas entidades que lutam pela regulamentação de sua profissão.

Ah! Ia esquecendo. Pra ser dono de rádio, jornal, tevê e revista também precisa fazer jornais eletrônicos do jeitinho do JN e de revistas como veja e época - muitas vezes tergiversando a realidade e, noutras, escondendo a verdade ou simplesmente sabotando informações que deveriam vir a público.

Se você não está enquadrado/a no grupo dos donos de r/j/t/r nem é uma mulher ou um homem abjeto/a, então, você já pode considerar-se um/a cidadão/ã que defende a regulamentação da profissão de jornalista e apóia a luta da fenaj, dos sindicatos e dos jornalistas deste belo e grandioso país.

* Jornalista

retirado do site www.sindjorce.org.br


criado por francisco.djacyr    17:44 — Arquivado em: Sem categoria

6 06UTC outubro 06UTC 2007

PARA LER E REFLETIR

Quem faz algo pelo rádio?
Por Francisco Djacyr Silva de Souza em 11/9/2007

A situação da mídia radiofônica é extremamente problemática, pois temos casos de espetáculos de desrespeito, erros gramáticos, uso político, proliferação de discriminação e divulgação do lado podre de nossa sociedade. Existe, deste modo, um problema configurado pela falta de controle de nossa sociedade, que insiste em não se envolver na luta por um rádio democrático, respeitoso do cidadão. Este problema tem sido observado no rádio cearense e as providências de resolução têm sido muito poucas, fazendo com que o rádio não tenha propósitos sérios e resolutos e que não sejam desrespeitosos para com o ouvinte.
É urgente a realização de fóruns, debates, seminários e outros espaços de discussão sobre as mensagens passadas por algumas rádios que divulgam músicas que apelam à pornografia, ao vício e ao desrespeito das pessoas. O pior é que estas pessoas não têm um espírito crítico para questionar a mensagem, nem se organizam na construção do rádio-cidadão. Algumas iniciativas têm sido tomadas, mas são ridicularizadas pelos que se beneficiam do rádio trash, do rádio imoral e do rádio antipovo, que dá mais audiência, porém contribui sorrateiramente para o declínio da sociedade e para a destruição de valores do nosso povo.
Apesar deste quadro desolador, ainda restam chances para mudança, pois os ouvintes têm se organizado para dizer não ao rádio antipopular e antidemocrático. Temos programas que mostram a cidadania e fazem a boa comunicação, porém muitas vezes estes programas são esquecidos pelos patrocinadores, que preferem investir no lixo cultural.

Opiniões e sugestões
O povo quer um rádio verdadeiro, democrático e limpo, sem mensagens desrespeitosas e com objetivos claros de valorização do ouvinte, com emissões que sejam questionadoras das ações do poder público e dos que fazem a sociedade moderna. Precisamos incentivar iniciativas de luta por um rádio melhor e mais democrático, pois o rádio foi criado para dar o entretenimento sadio e verdadeiro que a grande maioria do nosso povo quer.
Para a luta por um rádio melhor, existe a Associação de Ouvintes de Rádio do Ceará, que oportuniza, através de seu site, espaços para que o ouvinte emita suas opiniões e sugestões acerca de um rádio democrático e cidadão.

criado por francisco.djacyr    20:15 — Arquivado em: Sem categoria

4 04UTC outubro 04UTC 2007

VEJA ESTA NOTÍCIA E REFLITA SOBRE ELA ….

Fim da concessão e começo da briga

Emissoras de rádio e TV que terão as concessões vencidas na próxima sexta-feira, dia 5, serão submetidas a um "julgamento popular" amanhã, em Brasília. O evento será organizado pela campanha "Concessões de rádio e TV: quem manda é você".

Há uma intensa mobilização nacional para, aproveitando o momento, colocar em pauta a necessidade de democratização dos meios de comunicação no País. Em pelo menos 10 estados, incluindo o Ceará, haverá mobilizações na sexta.

Os organizadores tentarão entregar documento ao ministro das Comunicações, Hélio Costa, após o "julgamento", cobrando ações contra as irregularidades nos uso das concessões, o fim da renovação automática, transparência e maior participação social na concessão das outorgas, e a convocação de uma Conferência Nacional de Comunicação para a construção de políticas públicas e um novo marco regulatório para o setor.

Na lista de emissoras que precisarão renovar as concessões a partir de amanhã, constam, dentre outras, as redes Globo, Bandeirantes e Record. É briga de cachorro grande.

Postado por Guálter George e Débora Soares - gualter@opovo.com.br

03/10/2007 19:05

criado por francisco.djacyr    10:56 — Arquivado em: Sem categoria
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